segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Carona ajuda a melhorar trânsito e reduzir gastos no bolso do trabalhador

                                                                   Lucyo Pinheiro    

                           


O trânsito quase sempre congestionado que atormenta as grandes cidades surgiu como fonte de inspiração para empreendedores que visam melhorar o tráfego das cidades e emitir menos poluentes no ar.

O site Caronetas é um dos espaços especializados no chamado caroneiro corporativo e foi criado pelo empresário Marcio Nigro, de 30 anos. O início da operação foi em 2011, o site realizou, nos primeiros dias de funcionamento, mil cadastros e cerca de cem caronas. Segundo a empresa, o objetivo é que " a carona em grandes centros seja encarada como uma alternativa para os funcionários e uma iniciativa sustentável para as empresas".
 As empresas economizam no transporte do colaborador e estacionamento, pois os gastos são divididos em cada ocupante do veículo.

Segunda dados do site Caronetas, um litro de gasolina custa R$ 2,69 e faz o carro rodar 8km. Contando que o trabalhor rode 16km no caminho de ida e volta para o seu emprego, são 16km por dia, gastando R$ 107,60 por mês e R$ 1,290,00 no ano.

Ao se dividir os gastos com a carona, esse valor cai pela metade, economizando uma média de R$ 600,00 por pessoa no ano. Se o colaborador dividir o seu carro com outras quatro pessoas, somando cinco pessoas no veículo cada pessoa pode economizar R$ 1,000,00 anualmente.

A estudante Janaína Rocha, de 22 anos, disse ser adepta por sites de carona. Ela é de Irati, e faz faculdade de medicina veterinária em Guarapuava, ambas cidades do interior do estado. Para conseguir carona e visitar os pais nos finais de semana, Janaína acessa os sites de carona. "No começo eu tinha um pouco de medo, mais é tranquilo. O bom é que eu economizo
e ajudo o meio ambiente", disse Janaína. 

O maior desafio desse tipo e negócio é quebrar o paradigma de que usa o carro sozinho. A mobilidade urbana é tema constantemente discutido, mais não existe infraestrutura, conscientização e educação, para que o automóvel fica em casa, ou seja, compartilhado.

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